Oficialmente, o PT possui quatro pré-candidatos à sucessão do governador Jaques Wagner. Nos bastidores, entretanto, um deles, o secretário de Planejamento, José Sérgio Gabrielli, começa a ter sua viabilidade questionada por integrantes da cúpula do partido no estado da Bahia. No caso de Gabrielli, informação circula com força nos corredores da política e foi confirmada por uma fonte influente dentro do PT que prefere o anonimato. As razões para o secretário de Planejamento começar a fraquejar, de acordo com a fala do articulador junto à cúpula petista, seria uma série de “erros” cometidos por ele para sedimentar a própria candidatura e viabilizar-se enquanto candidato. A indicação dele partiu da corrente majoritária no cenário nacional, a CNB, ligada ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao ex-ministro José Dirceu, e, a cada dia, mostra-se pouco palatável político-eleitoralmente. Segundo interlocutores ligados ao Palácio de Ondina, em conversa reservada, o governador Jaques Wagner teria alertado o ex-presidente Lula das dificuldades encontradas por Gabrielli para se potencializar como candidato. A pressão exercida contra Gabrielli vai além da Bahia. A sucessora dele na Petrobras, Graça Foster, não esconde críticas à administração do petista na empresa, apesar do cuidado para que as falas não soem como ataques diretos – uma trégua foi selada em julho do ano passado e, desde então, a desconstrução passou a ser menos frequente. (Fonte: IG)

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